sábado, 16 de março de 2013

Sua alimentação pode interferir na qualidade do seu sono

Olá, seguidores!

Com essa vida corrida com múltiplas tarefas e às vezes pouco tempo para descansar, uma boa noite de sono alivia bastante a tensão, não é? Mas se o pouco sono que resta não for de qualidade? Em geral, sabemos que aqueles que afirmam ter entre sete e oito horas de sono diariamente são os mais propensos a apresentar uma saúde melhor e mais bem-estar.


 É confirmado por estudos científicos que dormir pouco aumenta as chances de desenvolver as doenças crônico-degenerativas, como Diabetes, Hipertensão e Doenças Cardiovasculares. Vamos ajudar a melhorar a qualidade do sono com a alimentação?


Sabemos que a alimentação é a principal responsável pelo bom funcionamento do organismo. No entanto, você já parou para pensar que tudo o que você come também pode influenciar o seu sono? Se relacionarmos o número de ingestão de calorias com as horas de sono, chegamos à seguinte conclusão: quem consome mais calorias tem um curto período de sono e quem consome menos calorias, temos o que chamamos de descanso longo, são os dorminhocos que conseguem alcançar mais de 9 horas de sono por noite!
As pesquisas mostram, ainda, que determinados nutrientes podem interferir no sono. Quem tem uma alimentação mais variada e equilibrada, consegue manter um sono padrão, dentro do recomendado de 7 a 8 horas de sono por noite. Os que consomem menos água e carboidratos se encaixam na faixa do sono curto e os que consomem mais álcool e um aminoácido chamado colina, presente em carnes e ovos, dormem demais, são os dorminhocos.

Como se alimentar de maneira a ter uma boa noite de sono?

Evite exageros. A comilança noturna — seja qual for o nutriente que prevaleça no seu prato — definitivamente não deixa ninguém dormir direito. À noite nosso metabolismo se desacelera e o corpo como um todo — os batimentos cardíacos, o ritmo da respiração e o processo digestivo — passa a funcionar mais lentamente. Daí que os excessos à mesa fatalmente vão resultar em um tremendo desconforto abdominal, capaz de tirar o sono de qualquer um.

Então, se bateu aquela vontade de comer macarronada, ceda à tentação, mas com parcimônia. E, muito importante, jante cerca de três ou quatro horas antes de ir para a cama.
O bife suculento é irresistível para os fãs de carne vermelha. É o seu caso? Deixe para se deliciar com ele no almoço. Caso contrário, o risco de ter um sono interrompido ou até mesmo passar a noite em claro é grande.

Lembre-se: intestino sobrecarregado é igual à desconforto de sobra, justamente na hora que você precisa relaxar pra valer.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bebeu demais? Ressaca pós-carnaval? Saiba o que fazer...

Olá, seguidores!


Cinco dias de folia, sol, praia, calor e...RESSACA! Carnaval é uma época que todos nós exageramos de alguma maneira: desequilíbrio alimentar, horários desregulados, muito sol e calor...A rua é o mundo!


 Para quem ficou de ressaca, vamos às preciosas dicas!

1) Repousar depois de beber é altamente recomendado, pois o fígado – e o resto do corpo – precisa de um tempo para processar e eliminar o álcool da corrente sanguínea;

2) Comer  mesmo que o estômago não esteja muito bem, é importante. Quem jejua pode ter hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) e esse quadro pode gerar tonturas, tremores e até desmaios; Deve-se priorizar alimentos leves, como carnes magras grelhadas, verduras e frutas. Uma sopa de legumes com folhas verde-escuras também é boa opção, pois esses vegetais são ricos em fibras e vitaminas que o corpo vai precisar para se recompor;


3) Hidratar-se: corpo precisa repor líquidos. Vale água, suco, isotônico, enfim, qualquer líquido que não contenha álcool – a ideia de que para curar a ressaca é bom seguir bebendo é um mito. Recorrer a chás – eles podem ser tomados frios – também pode ajudar. O chá de dente-de-leão estimula a eliminação de toxinas pelo fígado e o de hortelã tem ação digestiva. Gengibre é muito bom para a náusea da ressaca. Quem estiver enjoado pode tentar misturar na água com uma rodela de gengibre e folhas de hortelã. A mistura hidrata e ainda ajuda no enjoo.


Outras dicas que podem ajudar:

- Soluções ricas em eletrólitos, como isotônicos, caldos e sopas, são boas opções para substituir o sal e o potássio perdidos na bebedeira

- A ressaca geralmente desaparece em 24 horas, mas tenha em mente que os efeitos duradouros do álcool podem reduzir a performance em qualquer atividade no dia seguinte

- Evite tomar qualquer medicação para ressaca que contenha paracetamol. Combinado com álcool, essa substância pode causar danos ao fígado



Bjs, cuide-se!

Fonte: http://saude.ig.com.br/alimentacao-bemestar/2013-01-01/bebeu-demais-saiba-o-que-ajuda-na-ressaca.html


domingo, 28 de outubro de 2012

Dieta sem Glúten...Sim ou Não?

Olá, seguidores!

Longo tempo sem postagem....Vida corrida, com muito trabalho, mas não esqueço de vocês!
Tem um assunto que virou temática há algum tempo...a Dieta sem Glúten! Só se fala nisso...
Vamos tentar entender melhor a história do começo?



O glúten é uma proteína resultante da mistura de outras proteínas: gliadina e glutenina. É encontrado no trigo, cevada, centeio, aveia e malte, e em seus derivados, como pães, massas, Whisky, cerveja, biscoitos e mais uma infinidade de produtos. Sua função é garantir elasticidade e o crescimento das massas. É o protagonista da doença celíaca, que se manifesta geralmente na infância, mas pode surgir em qualquer idade, inclusive na adulta. Os sintomas são diarreia, dor abdominal, distensão abdominal, vômitos, edema e perda de peso. O tratamento consiste na retirada total do glúten da alimentação pois, em pessoas doentes, ele agride e danifica as vilosidades do intestino delgado, prejudicando a absorção de nutrientes. O tratamento consiste na retirada total de alimentos que contenha glúten!


O glúten ficou famoso e a "Dieta sem Glúten" virou modismo. Retirar o glúten emagrece? Não! Glúten não engorda! O que ocorre é que retirar o glúten da dieta é sinônimo de ficar mais distante de fontes de carboidrato comuns e mais calóricos...Mas vale lembrar que essas fontes de carboidratos são substituídas por outras...É trocar pão, biscoito, aveia, bolo, massas, por arroz, fubá, milho, macarrão de arroz...

Perceberam que não havendo controle na ingestão quantitativa dos alimentos não haverá emagrecimento? A rotulagem " Não contém glúten" é obrigatória, devido aos que sofrem de doença celíaca, em nada quer dizer que emagrece e que por não ter glúten pode ser consumido sem moderação!

A discussão é grande, mas não há nenhum comprovação científica de que essa dieta emagrece e menos ainda que deva ser seguida por quem não tem doença celíaca...

Fique informado, não se deixe enganar...Procure orientação profissional!

Beijos!

domingo, 26 de agosto de 2012

Porque não fazer uma dieta radical...

Olá, pessoal!

Mais um post para vocês! Já estava em falta com as postagens, mas prometo respirar da vidinha corrida e tentar voltar à 1 postagem por semana!

Por hoje, vamos falar do porque fazer uma dieta radical pode te levar ao efeito contrário: te fazer engordar!

As dietas sempre foram a solução preferida das pessoas -especialmente das mulheres- para perder aqueles quilinhos indesejados. Muitas prometem milagres e outras funcionam na base da reeducação alimentar. A verdade é que elas estão sempre na mídia e as famosas adoram ter uma dieta para chamar de sua e você adora se iludir com elas...É dieta da sopa, da lua, do signo, do tipo sanguíneo... Comprovação científica que é bom, nada! Pessoal, antes da lista do porque uma dieta radical não deve ser feita, vamos entender uma regra básica:
  • Dieta não existe e não vai te dar resultado! Agora você deve estar pensando que a nutricionista aqui é louca, não é? Mas deixa eu explicar essa frase que sempre digo para os meus pacientes que buscam emagrecer... Dieta te dará resultado se você entender que faz parte de um estilo de vida, ou seja, você terá que mudar seu estilo de vida para ter resultados duradouros e manter tudo o que conquistou...O que quero dizer é que fazer uma dieta equilibrada por 3 meses e depois voltar ao antigo estilo de vida te fará perder tudo o que conquistou...Entenda isso de uma vez e para de se iludir!


Agora, entenda o título da postagem...

1. Comer menos engorda mais

Comer menos ao longo do dia, ao invés de emagrecer, engorda. A verdade é que passar longos períodos de jejum faz com que o metabolismo desacelere. Portanto, o corpo tende a estocar energia para passar por outros momentos como esse no futuro.
Ao comer muito menos nas refeições ou até mesmo omiti-las, a tendência é chegarmos à próxima refeição com mais fome ou com um impulso de comer uma quantidade muito maior.

2. Poucas calorias não resultam apenas em perda de peso

Um baixo consumo calórico pode parecer a solução para o emagrecimento, no entanto, reduzir as calorias a valores muito abaixo dos ideais pode tornar sua alimentação deficiente em nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo.

Muitas dietas radicais se baseiam na restrição de determinados grupos de macronutrientes, como os carboidratos, proteínas ou lipídeos. Ao restringir um determinado grupo, o consumo dos micronutrientes, que são as vitaminas e os minerais, também fica prejudicado.
O resultado de tanta restrição transforma-se em queda de cabelo, unhas fracas, flacidez e até tontura, dores de cabeça, fraqueza e desmaios.


3. Perder muitos quilos em pouco tempo aumenta o percentual de gordura no corpo

Fazer uma dieta para emagrecer muito em pouco tempo geralmente não dura e a pessoa volta a ganhar peso novamente e de forma acelerada. Isso é chamado de efeito sanfona, geralmente causado por dietas radicais.

Nesses casos, a perda de peso costuma ocorrer pela redução de massa magra ou pela diminuição de água corporal. É o famoso efeito que chamamos de “desinchar”.

Dificilmente alguém chega a perder gordura ao iniciar uma dieta radical. Dessa forma, ao abandonar a dieta e retomar os velhos (e maus) hábitos, o corpo tende a recuperar o que foi perdido, acumulando ainda mais gordura.

Esse processo de perda e ganho de peso pode ser evitado com a reeducação alimentar e com a prática regular de exercícios físicos. Dessa forma, quando cometer pequenos deslizes na dieta, essa eventualidade não irá refletir em aumento de peso.

4. Dieta à base de um único alimento não dura

Excluir grupos alimentares inteiros ou limitar a alimentação a doses de shakes, chás e frutas deixa a dieta monótona. Durante as dietas, dificilmente são respeitas as preferências e hábitos do indivíduo, tornando sua adesão ainda mais difícil e a dieta quase impossível de ser seguida.

5. Metas irreais são frustrantes

Geralmente as mulheres colocam objetivos bem difíceis de serem atingidos: “Quero ter o corpo da Gisele Bündchen”, costumam dizer, ou “se eu ficar igual à atriz da novela já está bom”. Se ela não conseguir a sua meta, poderá se frustar. Nesse estado de desânimo surge a compulsão por comer e então a coisa fica bem pior. Sugerir metas reais, condizentes com a rotina e hábitos pode ser um começo bem melhor para conquistar um número menor no final da dieta.

Como perder peso com saúde?

A dieta que realmente funciona sem prejudicar o organismo é aquela que tem como base uma alimentação balanceada, com a presença de todos os grupos alimentares. Para que a adesão à dieta seja maior, é preciso respeitar os hábitos e as preferências de cada pessoa. A prática de exercícios regulares também é peça fundamental nesse processo.
#Ficaadica

sábado, 21 de julho de 2012

Como a gordura trans se esconde no rótulo

Olá, pessoal!

Muito ouvimos falar sobre gordura trans nos últimos anos...Sabe o que é? Vamos as explicações primeiramente...
As gorduras trans são um tipo específico de gordura formada por um processo de hidrogenação natural (ocorrido no rúmen de animais) ou industrial. Estão presentes principalmente nos alimentos industrializados. Os alimentos de origem animal como a carne e o leite possuem pequenas quantidades dessas gorduras.
As gorduras trans formadas durante o processo de hidrogenação industrial que transforma óleos vegetais líquidos em gordura sólida à temperatura ambiente são utilizadas para melhorar a consistência dos alimentos e também aumentar a vida de prateleira (validade) de alguns produtos.O consumo excessivo de alimentos ricos em gorduras trans pode causar:
1) Aumento do colesterol total e ainda do colesterol ruim - LDL-colesterol.
2) Redução dos níveis de colesterol bom - HDL-colesterol.
É importante lembrar que não há informação disponível que mostre benefícios a saúde a partir do consumo de gordura trans.

Gordura hidrogenada é o mesmo que gordura trans?
Não. O nome gordura trans vem da ligação química que a gordura apresenta, e ela pode estar presente em produtos industrializados ou produtos in natura, como carnes e leites. A gordura hidrogenada é o tipo específico de gordura trans produzido na indústria.

Quais alimentos são ricos em gordura trans?
A maior preocupação deve ser com os alimentos industrializados - como sorvetes, batatas-fritas, salgadinhos de pacote, pastelarias, bolos, biscoitos, entre outros; bem como as gorduras hidrogenadas e margarinas, e os alimentos preparados com estes ingredientes.


Agora, será que o rótulo é confiável?

Veja esse estudo feito na Universidade Federal de Santa Cantarina...

Pesquisa mostra que a lista de ingredientes revela mais que a tabela nutricional de um alimento
A inclusão da gordura trans na rotulagem, em meados da década passada, trouxe consigo uma charada: os itens que entram no carrinho têm ou não têm gordura trans? Em tese, basta examinar a tabela nutricional. Se a quantidade exibida é maior que zero, tem. Se não houver número nenhum, não tem.
Para a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária, responsável pela rotulagem de alimentos), isso basta mesmo. Mas uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) sugere que não. Num trabalho de mestrado defendido em 2011 e aceito este ano para publicação em uma revista científica estrangeira, Bruna Maria Silveira comparou a tabela com a lista de ingredientes de 2.327 embalagens de alimentos coletados num grande supermercado de Florianópolis. Metade deles tinha entre os ingredientes algum composto com gordura trans, mas apenas 18% traziam um número maior que zero na tabela nutricional.
A explicação estaria na própria legislação. A gordura trans só “existe” para a tabela nutricional quando ultrapassa 0,2 g na porção indicada pelo fabricante. Segundo a professora Rossana Pacheco da Costa Proença líder do Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições (NUPPRE) da UFSC e orientadora da pesquisa, a regra permite que um biscoito feito com gordura vegetal hidrogenada e porção sugerida de 30 gramas (o que às vezes equivale a 2,5 biscoitos) tenha sempre o “zero trans” na tabela. Assim, quem lê apenas a tabela nutricional pode comer 5 ou 10 biscoitos sem saber que está ingerindo gordura trans. “A função da rotulagem é informar o consumidor e ajudá-lo a fazer escolhas” diz Rossana. “Nossas pesquisas demonstram que a rotulagem, como está, não funciona adequadamente”.
Se o consumidor checa também a lista de ingredientes, encontra a segunda parte da charada. A pesquisa encontrou 23 nomes diferentes para o tipo de gordura que pode conter ácidos graxos trans. Para Rossana, uma padronização na nomenclatura resolveria parte do problema. Mas, segundo a Anvisa, apenas 3 dos 23 nomes estão irregulares. Em entrevista à PROTESTE, a gerente de produtos especiais da Anvisa, Antonia Aquino, afirmou que a lista de ingredientes não é fonte de informação adequada para verificar a presença de gordura trans. “Rotulagem é um processo que vai melhorando ao longo dos anos, e todos os países concordam que ela precisa mudar. Mas nunca vai ser 100% adequada.”
A pesquisa da UFSC confirma o estudo que a PROTESTE fez com 53 alimentos industrializados, publicada na edição deste mês da revista PROTESTE SAÚDE. Apesar de a maioria dos produtos avaliados não conter essa substância em sua composição, encontramos alimentos com alto teor de gordura trans e, entre eles, até um que negava no rótulo a presença da substância.
Última atualização em Junho de 2012

Atenção mais do que redobrada agora, não é?

Beijos e cuidem-se!
Fontes: http://www.proteste.org.br/alimentacao/como-a-gordura-trans-se-esconde-no-rotulo-s583991.htm

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Dieta pós-parto

Olá, pessoal! O assunto de hoje é todo voltado para as mamães que acabaram de ter seu bebê...Bate aquele desespero...O bebê está aí, lindo e saudável, mas parece que você ainda está com 5 meses de gestação...A barriga não vai embora e os quilos extras menos ainda....
Não se desespere! Lembre-se que seu corpo passou - e continua passando na fase da amamentação - por inúmeras alterações hormonais...Normal você estar com quilos a mais e inchada!



A primeira guerra a ser declarada com todo esse excesso que ficou é amamentar! Quando a mulher dá de mamar, produz o hormônio ocitocina, que provoca a contração do útero e estimula o retorno ao tamanho normal. Sem falar que o aleitamento consome cerca de 700 calorias por dia, o mesmo que uma hora de corrida.

É aí que entra a segunda guerra: seguir um cardápio saudável para estimular a produção de leite e perder o peso que está sobrando. Então, nada de se atirar de cabeça na canjica. O importante para a mulher que está amamentando é consumir nutrientes necessários para a saúde sem adicionar calorias na dieta.
 Depois do primeiro mês do parto, é esperada uma perda de peso gradual de 1 quilo por mês, se não houver exageros. Os alimentos indispensáveis no cardápio da mãe passam longe da lista dos ingredientes engordativos.


A verdade é que quem amamenta sente uma fome danada. Se você não quer ganhar mais do que perder:

• Evite sobremesas doces, principalmente as que levam cremes (tortas, pavê e bolos recheados).
• Não pule refeições! Depois de horas em jejum, a tendência é exagerar na comida.
• Consuma 1 col. (sobremesa) de linhaça nos sucos, frutas e sopas. A linhaça aumenta a saciedade e dribla o apetite.
• Se der vontade de comer doce, consuma uma fruta cozida ou doce de frutas (bananada ou goiabada) de preferência sem açúcar.
• Evite as sopas de pacote: elas contêm alta quantidade de sódio e estimulam a retenção de líquidos. 


Nesse período, os nutrientes essenciais são:

Proteína: é a base para a produção de leite e deve ser consumida no almoço e no jantar. Opte por peixes, aves, carnes magras, ovo, ervilha, feijão e lentilha.

Ômega 3: importante para o desenvolvimento mental e visual do bebê. Inclua salmão, atum, sardinha e linhaça.

Vitamina B6: ajuda na absorção adequada das proteínas. Presente nos cereais integrais, verduras verdes-escuras (rúcula agrião, couve, espinafre), batata e banana.

Cálcio: fortalece os ossos e dentes e promove o bom funcionamento dos nervos e músculos. Consuma iogurte e leite desnatados, ricota, cottage, vegetais verdes-escuros, semente de girassol e gergelim cru.

Vitamina C: aumenta as defesas contra infecções. Abuse das frutas e legumes.

Saiba que a dieta só pode "apertar" um pouco mais, quero dizer, ficar mais restritiva,só após o fim da amamentação...Então nada de dietas de 1500 calorias enquanto estiver amamentando... Não tente apressar as coisas, entenda que seu corpo só deverá voltar ao normal dentro de 1 ano!

Cuide-se!
Beijos! :-)

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Saber congelar e descongelar os alimentos facilita e muito a sua vida!

Olá, pessoal! Tudo bem? Nessa nossa correria do dia a dia muitas vezes falta tempo para cozinhar e com isso aumentamos o consumo de alimentos rápidos e pouco saudáveis...Que tal tirar um dia ou algumas horas para preparar os alimentos, dividi-los em porções e congelar? Seria uma ótima alternativa para comer melhor e ainda aproveitar o pouco tempo livre com a família! Mas para isso precisamos aprender técnicas para não perder a qualidade do alimento...Então, vamos lá!


Lição importante e essencial: Procure não recongelar nenhum tipo de alimento, para não perder o sabor e as qualidades nutricionais. O produto só poderá ser recongelado se mudar de estado, ou seja, deixar de ser cru e for cozido. No congelamento, as características da comida crua ou cozida não são alteradas, desde que ela seja armazenada da forma correta.

Fatores a observar- Forma e tempo de congelamento
- Quantidade armazenada
- Tipo de embalagem
- Etiquetagem do produto (nome, validade e data de congelamento)




Dicas de congelamento- Congele tudo absolutamente frio
- Dê prioridade aos alimentos que estragam mais rápido
- Embrulhe bem os alimentos para não desidratarem e retire o máximo de ar dos pacotes
- Prepare tudo com menos tempero, pois alguns condimentos ficam mais acentuados ou alteram o paladar do prato congelado. Exemplos: manjericão, noz-moscada, sal, alho, cebola, páprica, aipo, azeitonas, mostarda e baunilha
- Não exceda o tempo no fogo antes do congelamento, já que a comida será aquecida novamente após descongelada
- Fracione os alimentos nas quantidades a serem consumidas
- Feijões e afins devem ser cobertos com água ou caldo de cozimento (sem chegar à borda), para deixar espaço para a dilatação
- Folhas como espinafre, almeirão e couve devem ser congeladas após refogadas





Processo de branqueamento

Serve para conservar as características originais dos alimentos.

Lave o legume e retire as partes que não estiverem boas. Em seguida, coloque água em uma panela grande sem tampa e, quando estiver borbulhando, mergulhe a verdura por 15 a 35 segundos, dependendo do tipo.

Logo após o processo, mergulhe o alimento na água gelada, pelo mesmo tempo. São 15 segundos para: abóbora, abobrinha, alcachofra, berinjela, beterraba, vagem, cenoura e pimentão. E 35 segundos para: aipo, cenoura, couve-flor, ervilha, salsão e brócolis.


Prazo de validade dos alimentos no congelador/freezer:

- Carne bovina sem gordura: 9 a 12 meses

- Carne bovina com gordura: 2 meses

- Frango: 12 meses

- Lula, camarão, lagosta, marisco, mexilhão e filé de peixe em posta: 3 meses

- Carne de porco fresca: 6 meses

- Linguiça e salsicha: 2 meses

- Bacon: 2 meses

- Presunto e tender: 4 meses

- Hambúrguer: 3 meses

- Aves: 3 meses

- Frutas: 8 a 12 meses

- Vegetais: 8 a 12 meses


Atenção! Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia), os fabricantes garantem a qualidade dos produtos até a data de validade impressa na embalagem, independentemente do congelamento.


Carnes

A carne moída, quando congelada, forma cristais de gelo por dentro. Essa água pode prejudicar a qualidade do alimento, que perde o pigmento vermelho e propicia a formação de bactérias.
Deixe a carne moída em formatos finos antes de congelá-la. Pegue uma porção e amasse como se fosse um bife. A técnica facilita o descongelamento e ainda ocupa menos espaço.
Não tempere carnes cruas, pois o tempero altera a cor, o sabor e a textura. As carnes devem ser limpas e as partes não comestíveis, como a gordura excedente, retiradas.
Nunca dobre as carnes. Guarde-as em pequenas porções para evitar a formação de cristais de gelo. Prefira congelar filés separados.Carnes assadas podem ser congeladas inteiras ou fatiadas. O molho deve ficar à parte no caso de peças inteiras assadas. Almôndegas podem ser congeladas fritas, com ou sem molho. Bifes à milanesa podem ir para o congelador empanados e serem descongelados direto na fritura ou no forno. Filés à parmegiana podem ser congelados em fôrmas descartáveis de alumínio.
Massas

As massas cozidas devem ser congeladas com bastante molho ou passadas na manteiga. Capeletti, ravioli, canelone e macarrão podem ser congelados no mesmo recipiente refratário onde serão servidos. O nhoque não deve ser congelado com o molho.
No caso de tortas cruas, congele e retire do freezer direto para assar, em forno médio. Tortas salgadas podem ser congeladas no próprio refratário ou na fôrma descartável em que foram assadas. Descongele diretamente no forno.
O que não congelar?
- Maionese: porque o óleo se separa dos demais ingredientes
- Gelatina pronta: cristaliza-se
- Folhas verdes e tomate crus: alteram as propriedades
- Batata e outros tubérculos (menos mandioca): perdem o sabor e a textura
- Ovos cozidos ou crus com casca: a gema fica granulada
- Vegetais que serão usados crus: desidratam e mudam a textura original
- Manjares e pudins à base de amido de milho: alteram as propriedades
- Carne salgada ou defumada: altera as propriedades
- Creme de leite, doces caramelizados, leite fresco, iogurte, picles, pudim de clara ou leite condensado e curau: alteram as propriedades
Bjs

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Para emagrecer é preciso aderir ao tratamento e manter a motivação

Olá, pessoal!

Sabemos que emagrecer não é fácil, afinal mudar hábitos diários exige esforço, dedicação e comprometimento. Além de tudo isso, emagrecer e muito mais que reeducação alimentar, mas também reeducação emocional.
Todo mundo sabe da máxima: gastar mais calorias do que consumir. Alcançar tal meta, entretanto, não é nada simples e alguns fatores são fundamentais para que se alcance o sucesso.

Um passo importante para quem quer começar essa empreitada é procurar profissionais habilitados, como uma nutricionista, um psicólogo e um educador físico. 


Não faltam no mercado, nas revistas e na internet sugestões e produtos que prometem o emagrecimento fácil, mas sabemos que eles não são efetivos e podem levar ao efeito sanfona ou ao surgimento de transtornos alimentares...

O ser humano sempre procurou atribuir a responsabilidade pelos acontecimentos a outros fatores, independentes a ele próprio... Quando realmente decidimos perder peso de forma adequada, além dos profissionais citados, é necessário mudar comportamentos e isso implica em comprometimento com o desejo de mudança e consigo mesmo.

A adesão ao programa de dieta refere-se à responsabilidade individual sobre a resolução de seus problemas. E ainda à tomada de decisões sobre a mudança dos hábitos alimentares.

A motivação refere-se às escolhas e preferências destinadas ao objetivo final. E a persistência neste novo comportamento. A motivação pode ser divida em intrínseca e extrínseca.

A motivação intrínseca surge da pessoa, faz parte de seus desejos, necessidades, metas e objetivos. A motivação extrínseca pode atuar de forma positiva ou negativa na mudança de comportamento. Os fatores positivos envolvem o suporte familiar, o prazer e as até mesmo recompensas. Os negativos podem ocorrer em ocasiões sociais (quando existe uma variedade de alimentos e bebidas), falta de apoio familiar e de amigos.

O que jamais podemos esquecer é que quando pensamos em emagrecimento e manutenção do novo peso, devemos nos conscientizar de que não basta apenas a nossa vontade de emagrecer ou pensar em um estilo de vida mais saudável. Devemos rever todo um conceito de vida. 

Pare, organize-se...Se questione. O que quero fazer com a minha vida? Por que quero perder peso e ter uma vida mais saudável? O que o excesso de peso faz com a minha vida? 

Cuide-se que o tempo está passando!
Beijos! 


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Cirurgia bariátrica


Olá, pessoal! Como foram de feriado? Espero que bem! Estamos de volta e hoje vamos falar sobre as cirurgias bariátricas em metabólicas, também chamadas de cirurgia da obesidade! O post é longo, mas vale muito a pena ler e se informar!


A cirurgia bariátrica e metabólica – também conhecida como cirurgia da obesidade, ou, popularmente, redução de estômago – reúne técnicas destinadas ao tratamento da obesidade e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal ou agravadas por ele. O conceito metabólico foi incorporado há cerca de seis anos pela importância que a cirurgia adquiriu no tratamento de doenças causadas, agravadas ou cujo tratamento/controle é dificultado pelo excesso de peso ou facilitado pela perda de peso – como o diabetes e a hipertensão –, também chamadas de comorbidades.

A primeira recomendação para o tratamento da obesidade é a adoção de hábitos saudáveis, como dieta leve e exercícios físicos regulares. Em seguida, tenta-se controlar a doença por meio de remédios, os conhecidos emagrecedores. Quando o médico e o paciente se convencem de que se esgotou a tentativa de tratar a obesidade exclusivamente pela mudança do estilo de vida, uma das alternativas mais eficazes é recorrer à cirurgia bariátrica e metabólica. 

As cirurgias diferenciam-se pelo mecanismo de funcionamento. Existem três procedimentos básicos da cirurgia bariátrica e metabólica, que podem ser feitos pela modo tradicional (abrindo o abdômen) ou por videolaparoscopia (menos invasiva e mais confortável ao paciente):

• restritivos – que diminuem a quantidade de alimentos que o estômago é capaz de comportar.

• disabsortivos – que reduzem a capacidade de absorção do intestino.

• técnicas mistas – com pequeno grau de restrição e desvio curto do intestino com discreta má absorção de alimentos.


Quem pode fazer?

A indicação cirúrgica deve ser decidida sob a análise de três critérios: IMC, idade e tempo da doença.

Em relação ao índice de massa corpórea (IMC)

• IMC acima de 40 kg/m² , independentemente da presença de comorbidades (como o diabetes e a hipertensão) .

• IMC entre 35 e 40 kg/m² na presença de comorbidades.

• IMC entre 30 e 35 kg/m² na presença de comorbidades que tenham obrigatoriamente a classificação “grave” por um médico especialista na respectiva área da doença. É também obrigatória a constatação de “intratabilidade clínica da obesidade” por um endocrinologista.

Em relação à idade

• Abaixo de 16 anos: exceto em caso de síndrome genética, quando a indicação é unânime, o Consenso Bariátrico recomenda que, nessa faixa etária, os riscos sejam avaliados por cirurgião e equipe multidisciplinar. A operação deve ser consentida pela família ou responsável legal e estes devem acompanhar o paciente no período de recuperação.

• Entre 16 e 18 anos: sempre que houver indicação e consenso entre a família ou o responsável pelo paciente e a equipe multidisciplinar.

• Entre 18 e 65 anos: sem restrições quanto à idade.

• Acima de 65 anos: avaliação individual pela equipe multidisciplinar, considerando risco cirúrgico, presença de comorbidades, expectativa de vida e benefícios do emagrecimento.

Em relação ao tempo da doença

Apresentar IMC e comorbidades em faixa de risco há pelo menos dois anos e ter realizado tratamentos convencionais (dieta, exercícios, medicamentos) prévios sem sucesso ou com recidiva do peso.

Por que fazer?

Os benefícios da cirurgia bariátrica e metabólica são perda de peso, remissão das doenças associadas à obesidade (como diabetes e hipertensão), diminuição do risco de mortalidade, aumento da longevidade e melhoria na qualidade de vida. Os riscos são os mesmos de outras cirurgias abdominais. Por essa razão, deve ser feita em hospital com estrutura adequada e por médicos associados à Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica que pratiquem os procedimentos regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Pré-operatório

• Nessa fase, que otimiza a segurança e os resultados da cirurgia, solicita-se ao paciente que se esforce para perder um pouco de peso antes da cirurgia, pois alguns quilos a menos podem oferecer melhores condições à anestesia geral e à operação. Também é obrigatório o preenchimento do documento Consentimento Informado, no qual o paciente reconhece estar devidamente informado sobre os benefícios e riscos da cirurgia. O paciente deve realizar uma série de exames, como endoscopia digestiva, ultrassom abdominal e exames laboratoriais, além de passar em consulta com os profissionais obrigatórios: cirurgião, cardiologista, psiquiatra, psicólogo e nutricionista.

Cuidados recomendados

Acompanhamento nutricional

O nutricionista tem papel fundamental no acompanhamento do paciente rumo à cura da obesidade. Esse profissional deverá prestar toda a orientação necessária para a dieta líquida pós-operatória, sua evolução para a pastosa e, finalmente, sua transição definitiva para a alimentação normal.
O paciente deverá aprender a comer pouco e bem, várias vezes ao dia, e optar por alimentos pouco calóricos e com alto teor vitamínico, abandonando hábitos nocivos.

A reeducação alimentar ajudará não só a perder peso, mas também a mantê-lo em patamares adequados por toda a vida. O paciente não está proibido de consumir doces, refrigerantes ou outras guloseimas de vez em quando, porém esses alimentos não devem fazer parte de sua rotina e a quantidade deve ser controlada.

Acompanhamento psicológico

O foco do acompanhamento psicológico deve ser sempre preventivo e educativo. É necessário considerar o aparecimento de novos fatores de estresse, como ansiedade, ciúmes do parceiro, desejo de liberdade etc., após a cirurgia. Além disso, o paciente pode criar expectativas que não serão atingidas com a perda de peso, simplesmente porque dizem respeito a certas frustrações ou imaturidade diante da vida.

Fonte (com adaptações):  http://www.sbcb.org.br/default.asp 

Beijos! :-)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

26 de abril: Dia Nacional de Combate à Hipertensão!

Olá, galerinha!


Hoje é o dia nacional do combate à Hipertensão, doença também chamada de pressão alta e que ataca os vasos sangüíneos, coração, cérebro, olhos e pode causar paralisação dos rins.   Dados divulgados pelo Ministério da Saúde nesta quinta-feira mostram que a hipertensão arterial atinge 22,7% da população adulta brasileira. Entre as mulheres, a condição é mais comum (25,4%) do que entre os homens (19,5%).

A hipertensão acontece quando a pressão sanguínea se mantém com frequência acima de 140 por 90 milímetros de mercúrio (mmHg). Essa doença é herdada dos pais em 90% dos casos, mas há vários fatores que influenciam nos níveis de pressão arterial, entre eles:

- fumo, consumo de bebidas alcoólicas, obesidade, estresse, grande consumo de sal, níveis altos de colesterol, falta de atividade física;
- além desses fatores de risco, sabe-se que sua incidência é maior na raça negra, aumenta com a idade, é maior entre homens com até 50 anos, é maior entre mulheres acima de 50 anos, é maior em diabéticos;
A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. É imprescindível adotar um estilo de vida saudável:



- manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares;
- não abusar do sal, utilizando outros temperos que ressaltam o sabor dos alimentos;
- praticar atividade física regular;
- aproveitar momentos de lazer;
- abandonar o fumo;
- moderar o consumo de álcool;
- evitar alimentos gordurosos;
- controlar o diabetes.


Bjs